Leia a terceira edição do Termômetro ContaAzul: https://universidade.contaazul.com/lp-termometro-contaazul-3-edicao

Pesquisa indica que mais 60% dos pequenos empresários acreditam na recuperação da economia em 2017

3ª rodada do Termômetro ContaAzul mostra melhora na expectativa dos micro e pequenos empresários com economia, mas também aponta cautela sobre contratações ainda este ano

A pesquisa realizada trimestralmente pela ContaAzul com empresários de micro e pequenas empresas de todo o país, mostra que as pequenas empresas — responsáveis por aproximadamente 52% dos empregos com carteira assinada no Brasil e 27% do PIB (De acordo com dados do Sebrae divulgados em 2015) — estão mais confiantes em relação à uma recuperação econômica já no próximo ano.

Veja a versão completa da pesquisa e conheça como o momento político e econômico do país afeta a vida e a expectativa do empreendedor de micro e pequenas empresas.

O Termômetro ContaAzul mostra que 61% dos empreendedores entrevistados avaliam que os negócios devem melhorar em 2017, panorama bem diferente do retratado na 1ª edição do Termômetro, divulgado em abril passado. Naquela oportunidade, 15,6% dos empresários considerava o fechamento da própria empresa, 36,8% achava que não teria lucro algum neste ano e 47,7% estudava uma medida rápida para diversificar o negócio e fugir dos balanços no vermelho.

Este é apenas um dos resultados da pesquisa conduzida pela líder nacional em sistemas de gestão online para micro e pequenas empresas, ContaAzul (www.contaazul.com.br), realizada durante o mês de setembro e que integra a terceira edição do Termômetro ContaAzul, que apresenta a cada três meses um panorama completo das expectativas e resultados do segmento.

Confira alguns dos achados da 3ª edição do Termômetro (tenha acesso à versão completa aqui)

  • Mudança do governo Dilma para o governo Temer teve impacto nos negócios para 55% dos pequenos empresários;
  • A maioria dos pequenos empresários, 65%, não demitiu nos últimos três meses, quase o mesmo percentual, 64%, não gerou novos empregos no mesmo período;
  • Apenas 22,31% das micro e pequenas empresas têm reserva financeira para as despesas de final de ano, como o 13º salário, ao passo que 26,48% dos empreendedores estão criando essas reserva e confiam que terão o bastante para arcar com tudo. Um total de 33,79% não planejou como vai levantar os recursos necessários para as despesas que encerram o ano e 17,42% não estão confiantes de que conseguirão cobrir esses gastos, apesar de todos esforços para isso.

Além do aumento da confiança, uma novidade desta edição destaca o impacto da mudança de governos, da gestão de Dilma Rousseff para a gestão do novo presidente, Michel Temer. Para 55% dos pequenos e médios empresários a troca trouxe impacto nos negócios: 30% relatou efeito negativo nas operações e 25%, na outra ponta, tiveram percepção positiva sobre a troca de cadeiras. Os 45% restantes não notaram quaisquer diferenças em suas operações durante o período.

A análise sinaliza que a confiança demonstrada pelos empreendedores para a recuperação econômica de 2017 já poderá ser sentida nos últimos meses deste ano: 34% e 16% dos entrevistados esperam uma alta sutil e forte, respectivamente, no faturamento dos próximos meses. Outros 40% preveem estabilidade, sem acréscimo ou decréscimo das operações para o período, 8% aguarda por queda nas vendas e uma pequena parcela de 2% acha que será obrigado a fechar as portas por conta da crise.

Diferente do que ocorreu na 1ª edição do estudo, quando 53,1% dos empreendedores pretendiam cortar pessoal para organizar as próprias contas, a boa notícia é que agora 65% dos respondentes não demitirão, apesar de não haverem chances de novas contratações, pelo menos nos próximos meses.

Além disso, 35% dos entrevistados declararam terem demitido ou contratado nos últimos meses, seja com o objetivo de enxugar a folha de pagamento (no caso das demissões) ou mesmo ter realizado contratações para reforçar as equipes, numa tentativa de aumentar as vendas, e assim, compensar os impactos da recessão no faturamento.

Apesar de confiantes em um momento em que a economia parece caminhar para estabilização, inclusive com a diminuição nos cortes de vagas, 47% dos empreendedores acreditam num potencial aumento da carga de impostos. Outros 51% acreditam na manutenção da carga atual, enquanto apenas 2% aposta em uma diminuição tributária para 2017.

Vinicius Roveda, CEO da ContaAzul, destaca que a terceira edição do Termômetro ContaAzul, permite uma análise da evolução das expectativas e desafios enfrentados pelas pequenas empresas neste ano. “Percebemos claramente uma mudança positiva no otimismo dos empreendedores, que deixaram para trás parte das dúvidas sobre a recuperação econômica e agora passam a apostar em um ambiente positivo para o ano que vem. Indicadores importantes, como o que aponta a maioria das empresas não devem demitir e as expectativas de crescimento no faturamento são provas disso”, descreve.

“Ainda que estejam mais confiantes, no entanto, os empresários têm consciência de que o peso dos impostos pode aumentar no próximo ano, o que demonstra uma potencial barreira para a retomada do crescimento no volume de negócios”, finaliza Roveda.

A 4ª edição do Termômetro ContaAzul será publicada no mês de Dezembro.

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